Crédito das imagens: Google
Seguidores
domingo, 26 de junho de 2011
Toque-me
Crédito das imagens: Google
sábado, 25 de junho de 2011
Todos os dias

Todo o dia ao amanhecer, dou início a mais uma jornada. A esperança de um dia melhor me acompanha ao começo de um novo tempo. Um tempo em que de novo não se tem nada, um tempo em que a rotina se estabelece no mesmo ritmo.
Ligo o rádio, vejo a TV, notícias boas são sempre bem vindas, mas, o que se ouve me aflige intensamente; Má notícia? Sempre!
Toma o café da manhã comigo? Não tenho tempo, estou atrasado.
Estou só, leio o jornal, penso nos porquês, relembro dos momentos, estou só, rememoro o passado, me mexo na cadeira, olho para as paredes, estou só, vasculho minha memória a procura de alguma ocasião feliz. Só queria sorrir!
Vou para o trabalho feliz, ou ao menos, é como eu gostaria de estar me sentindo. Valorizada? Não. Continua por quê? O mercado de trabalho está difícil. Bem remunerada? Eu gostaria muito, mas não. A boa remuneração continua sendo de algumas classes privilegiadas. Sem opções? Eu continuo porque amo o que faço, me sinto bem, não fico nunca só. Será! É respeitada? Talvez.
O entardecer resplandece no horizonte.
Eu entendo sobre o perfume das boas intenções que me acompanharam, e que sua fragrância se alojou em mim; Eu reconheço os encantos que se aproximaram e que, com suas nuances se apropriaram um pouquinho de mim; Eu sou grata pela vida que me cerca, pelas pessoas que me dispensam suas histórias e que sente a minha. Eu agradeço a vida...
O céu se torna escuro, repenso meu dia, em que comportamentos, atitudes e sentimentos passaram por mim, o que ficou, o que passou. Esse tempo rotineiro, repleto de momentos passageiros ou mesmo, deleites eternos. Tempos de solidão ou não, de amizades, inimizades, períodos de aprendizagem.
E então...
Eu tenho esperanças, eu sempre espero que no outro dia o sol brilhe mais intensamente, que os momentos sejam mais caricias a me acalentar, me acompanhar.
E vivo a vida sendo ela rotineira ou não... Fim de expediente.
quinta-feira, 21 de abril de 2011
A procura

Viajando por vales desconhecidos,
Recuso-me a olhar o horizonte...
Sua beleza me confunde, entrevejo-me a sua imensidão.
Recuando aos obstáculos, minha paixão se funde ao medo.
Esquivo de seu olhar... Fujo de seu encanto.
Recuso-me a te encontrar, insensato fugitivo.
Viajando por dantes conhecidos,
Rejeito seu apego e renego sua aproximação,
Acuando aos interferes , meu ardor se edifica ao temor.
Poupo sua fácil tentativa, continuando minha jornada.
Doce entusiasmo... Vislumbro passageiro.
Viajando...
Continuo a procurar...
Olho, mas não vejo.
Meus encantos se esvaem...
Por vales desconhecidos viajei, por dantes conhecidos procurei...
A incerteza me persegue por buscas incompreendidas que encontrei.
Por propostas ousadas e insensatas que recusei ...
O amor nos vales é utópico...
Cansei!
Insensato fugitivo, onde se escondes?
Eu sei...
Mas, agora sou eu...
Por vales desconhecidos me escondo!
Por dantes conhecidos me oculto!
Encontrei a verdade...
Coração ferido, um eterno fugitivo.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Seus olhos

Seus olhos
Deixe-me te ver, navegar em seu olhar,
O prazer de senti-lo, esse desejo irresistível
Que emana de seus olhos, refletindo os meus.
Adorável sedutor...
Deixe-me sonhar, viajar em seu doce olhar,
O deleite que embriaga, esse sonho possível
Que supera o tentar, que supera o querer.
Desejável conquistador...
Deixe-me te falar, sussurrar em sua imaginação,
Palavras de amor que inspiram, sintonia de paixão que aquece,
Que nos transportam a mesma melodia do suave crepitar das ondas.
Deixe-me te sentir, deslizar meu olhar ao seu,
Onde o verde cintila o desejo de seu observar,
Acariciando como a brisa que toca em meu corpo...
Deliciando como o doce do pecado...
Êxtase que enlouquece o coração, onde só há...
O verde de seus olhos amando os meus.
Deixe-me... Te amar...
Débora F
Um mero olhar desnuda a alma do amor que se faz... (Débora F)
Crédito das imagens: Google


