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domingo, 11 de dezembro de 2011

MEUS VERSOS, MINHAS FRASES, MEUS SONHOS, MEUS PORÉNS... (Fase 1)

Não espere o meu amor, não me queira, não sinta... Eu darei o meu amor a você, que realmente queira, que realmente sinta, que... Saiba me merecer.  (Débora Francischini)

"Nos braços de meu amor, meu corpo sente o que o coração clama" (Débora Francischini.)

"Quando se ama, ama eternamente... Mesmo que amores diferentes" 
(Débora Francischini)

"Pensamentos buscam a paixão onde os olhos não veem" (Débora Francischini).

                                        "A procura se faz... Mas, cansa!" (Débora Francischini)


 Um mero olhar desnuda a alma do amor que se faz...  

"Meu olhar por muitas vezes se perde, pois a procura de um encontro se rende a um olhar de mero desengano." (Débora Francischini)


Sonhos e anseios se mesclam em davaneios. Quem sou eu para ousar definir a intensidade de um desejo! (Débora Francischini)

Crédito das imagens: Google.

sábado, 10 de dezembro de 2011

AMOR EM 3D


Amor em 3D


Desiludido coração enfeitiçado,
Desencantado pelo desamor.
De todos a este me entreguei...
Revelando segredos do corpo, da alma.
Entregando-me ao seu encanto, sua sedução.
Paixão explodindo na tela como a fúria do tornado...
Ecoando os mais doces sussurros,
Melodias do coração.
Imagens refletem o afago, o querer, o prazer.
Suave brisa envolve como uma carícia,
Minha pele em brasa.
Corpos que se encontram, se reconhecem, se amam.
Com lentes cor de rosa te enxerguei.
Quase te toquei... O instante é rápido.
A oportunidade se dissipou...
Você se foi.
O filme acabou.
the end


Débora F.


domingo, 14 de agosto de 2011

Nos seus braços

 Nos seus braços

Esse sentimento que me enlouquece,
Sob o entardecer de um dia quente...
Não vejo à hora de te encontrar,
Para que em seus braços eu possa me libertar...
Dizer quem realmente sou, e sentir quem és.
Delirar em seus braços e me aconchegar
No anseio da paixão...
Conto os minutos, sinto o soar de meu coração
Palpitando alucinadamente...
Esse sentimento que me extasia,
Sob o crepúsculo no horizonte...
Não vejo a hora de eu me perder,
Para em seus braços eu me encontrar.
Percorrer seu corpo com o meu e me aproximar
Da tormenta da paixão...
Conto os segundos... Sim, você está aqui.
E em seus braços agora estou...
Sinta meu coração amor!
Palavras são desnecessárias no encontro anunciado.
Em seus braços quero ficar,
Para que eu possa te amar...
Para que eu possa...
Em seus braços...
Esse sentimento me enlouquece,
Anoitece... E, em seus braços permaneço
Onde duas almas se completam.
Nosso amor: Eu, você.
                                      

Débora Francischini

"Nos braços de meu amor, meu corpo sente o que o coração clama" (Débora F.)

Crédito das imagens: Google


domingo, 24 de julho de 2011

A chave do meu coração


A chave do meu coração

Um coração trancado, machucado pela dor. Este mesmo coração viajou por jardins desconhecidos, reconhecidos pelo encanto dos sentimentos mais nobres, onde o perfume do ato se fazia presente. O amor resplandecia em sintonia a brisa que acariciava meu corpo, o sentimento de querer se apropriava do meu ser expondo o prazer dos sentidos...
Um coração que era puro, incapaz de magoar, se revelou triste, solitário com a chegada do vento que levou para longe um amor revelado. Neste jardim já não há poesia, seus versos se espalharam e a harmonia se desfez.
E lá ficou, caminhou pelo deserto da solidão, humilhado e resignado perante os percalços da vida e do amor. Avistou em seu caminho algumas flores, mas ao se aproximar, não se sentia inteiro o suficiente para exalar seus perfumes. Um coração sentido.
Desabitado, sem emoção este coração entrou em uma redoma. Trancou-a e ocultou sua chave no mais alto dos sonhos.
Abandonado ele se sente, perdeu e encarcerou suas esperanças de encontrar no mais tenro jardim, a flor que o faria se sentir vivo outra vez, que o completaria. Quisera ele encontrar a chave. Quisera ele o fazer sentir novamente.
Uma chave perdida, asilada... A chave de meu coração.



Débora Francischini
Crédito das imagens: Google
"Quando se ama, ama eternamente... Mesmo que amores diferentes" (Débora Francischini)